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O que faz de um projecto de conservação da natureza ser um bom projecto?
Um bom projecto de conservação é aquele que aborda um problema de conservação específico, como a redução das ameaças das espécies e a promoção da protecção dos ecossistemas e das espécies, ao mesmo tempo que traz muitos benefícios para as pessoas e o clima, e promove o desenvolvimento sustentável.
Para tal, é necessária uma abordagem baseada na ciência, informada por uma compreensão forte do contexto local e em estreita colaboração com as partes interessadas dos locais. Enfrentamos muitas crises que estão interligadas, mas a boa notícia é que projectos bem concebidos também podem oferecer soluções para múltiplos desafios.
Pode dar alguns exemplos de projectos de conservação da WWF bem-sucedidos?
Alguns dos nossos trabalhos de maior impacto têm sido no avanço da conservação de ecossistemas de importância global, como a floresta Amazónica, a bacia do Congo e as florestas tropicais do Sudeste asiático. Através de parcerias com governos e comunidades locais, temos vindo a conseguir proteger milhões de hectares de ecossistemas de florestas tropicais críticos.
O lince-ibérico foi uma das espécies emblemáticas alvo de projectos de conservação da WWF
Victor Fraile/Reuters
Também tivemos um êxito notável com algumas espécies ameaçadas, como ajudar a aumentar o número de tigres, ajudar a trazer de volta o lince-ibérico da quase extinção e o nosso trabalho na China, apoiando populações selvagens de pandas-gigantes.
Um estudo publicado recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences mostra que o financiamento usado na conservação da biodiversidade é enviesado. Uma pequena porção de espécies ameaçadas é alvo da maioria dos projectos de conservação e de financiamento. Ao mesmo tempo, nos últimos 25 anos, 29% do financiamento foram alocados a espécies cujo estatuto de conservação não é preocupante. Isto é um problema para a WWF?
Esta questão já foi identificada anteriormente e é algo de que a WWF e outras organizações não-governamentais estão conscientes há muito tempo. Algumas espécies, por vezes referidas como espécies carismáticas, são de facto mais apelativas para os financiadores, devido à sua natureza icónica, mas isto não é necessariamente negativo. Na WWF, temos uma abordagem à conservação com base nos ecossistemas – trata-se de considerar as espécies cuja conservação beneficia ecossistemas e habitats inteiros.
A protecção dos habitats de uma espécie, mesmo que não esteja numa situação mais preocupante, pode beneficiar muitas outras espécies ameaçadas, para as quais não haveria, de outra forma, financiamento. Por exemplo, estudar e proteger os gorilas-de-montanha significa proteger as florestas que eles habitam, que estão repletas de espécies de grande importância, muitas das quais ainda desconhecidas para nós. É também importante notar que nem todas estas espécies carismáticas se encontram dentro de áreas protegidas, como os parques nacionais.
No aniversário dos 60 anos da WWF, em 2021, a organização definiu os objectivos para 2030: a protecção de 30% da regiões terrestres, do mar e da água doce; parar a extinção das espécies; diminuir para metade a pegada da produção e do consumo. Estamos perto desses objectivos?
Já fizemos progressos significativos: os governos já se comprometeram a proteger 30% da terra, dos mares e da água doce; as energias renováveis estão a crescer rapidamente e estamos a assistir à recuperação de algumas espécies. Mas há grandes desafios que se mantêm. A perda de biodiversidade continua a acelerar, a desflorestação prossegue em regiões-chave e a nossa pegada global de consumo e produção ainda não está a diminuir a um ritmo suficientemente rápido.
De todos os nossos objectivos, o mais difícil é transformar a economia global para reduzir para metade a pegada ecológica da humanidade – exige uma mudança sistémica em todas as indústrias, cadeias de abastecimento e comportamentos dos consumidores. Precisamos de uma acção urgente dos decisores políticos, das empresas e dos indivíduos para transformar os compromissos em impactos mensuráveis, antes que seja tarde demais.
A WWF tem várias parcerias com empresas como a H&M e a Coca-Cola, que já foram criticadas pelo seu desempenho ambiental. Isto é um problema para a WWF?
As empresas são fundamentais na luta contra a crise climática e a perda da natureza, uma vez que estão profundamente ligadas aos sectores que geram a maior parte das emissões mundiais e da conversão de terras. A WWF trabalha para influenciar o poder do sector privado para transformar as cadeias de abastecimento, envolver os consumidores e apoiar os esforços de conservação a nível mundial.
O nosso trabalho na linha da frente da conservação em mais de 100 países mostrou-nos que a sustentabilidade tem de ser uma prioridade conjunta e que a protecção dos recursos naturais valiosos do mundo exige a participação e a acção de diversos actores e entidades. Isto inclui as empresas que, dada a escala e o âmbito do seu impacto e actividades, podem ser os principais motores da mudança. Compreendemos que existem riscos associados a esta abordagem e temos em funcionamento directrizes e práticas rigorosas para os evitar, que incluem transparência, resultados de conservação mensuráveis e respeito pela independência e missão da WWF.
A WWF Portugal juntou-se este mês à WWF Internacional. Qual a importância deste passo?
Este é o resultado de um processo de sete anos em que construímos uma equipa forte, com projectos de conservação com impacto, financeiramente viáveis e sustentáveis. A equipa em Portugal está a conceber uma estratégia de conservação alinhada com o nosso roteiro global para 2030. O nome mudou, mas a equipa e a qualidade do trabalho mantêm-se inalterados. É uma honra para a WWF ter Portugal a bordo da nossa rede internacional.
Quais são as áreas de conservação que a WWF Portugal deverá se focar?
A WWF tem objectivos globais que orientam o trabalho que se realiza, mas cabe aos nossos escritórios determinar a melhor forma de promover o impacto nos países e paisagens em que trabalham. No caso de Portugal, isso poderá significar ajudar a enfrentar os desafios nacionais, tais como a escassez de água e a sua gestão, o restauro de florestas e paisagens para evitar grandes incêndios, e também o trabalho de influência política para ajudar a implementar o Plano Nacional de Restauro em conjunto com o Governo e outras organizações ambientais, no seguimento da nova Lei Europeia da Restauro.
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